Estas últimas semanas tem sido só trabalhar, tenho trabalhado os sábados todos e o Domingo tem sido pouco para aproveitar a companhia dos meus filhos, mas tenho feito os possíveis para lhes dar a atenção que eles merecem.
Mas esta semana, depois de ter havido um problema com um dos nossos liofilizadores, para não atrasar a produção, tive que trabalhar no Domingo também, todos me dizem o que val é que sexta feira é feriado, mas já sei tenho que ir trabalhar não tem sido fácil mas esta fase vai passar à se vai.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Solidariedade masculina

Num supermercado, dois homens esbarram os seus carrinhos:
-Desculpe-me, eu estava meio destraído. Perdi-me da minha mulher e não consigo encontra-la.
-Mas que coincidência, eu também ando à procura da minha. A propósito como é a sua mulher?
-É loira, com um corpo escultural, cabelos compridos, com peitos duros e empinados para a frente e veste um vestido preto semi-transparente, com um decote grande...., e a sua?
-A minha que se dane, vamos é procurar a sua!
-Desculpe-me, eu estava meio destraído. Perdi-me da minha mulher e não consigo encontra-la.
-Mas que coincidência, eu também ando à procura da minha. A propósito como é a sua mulher?
-É loira, com um corpo escultural, cabelos compridos, com peitos duros e empinados para a frente e veste um vestido preto semi-transparente, com um decote grande...., e a sua?
-A minha que se dane, vamos é procurar a sua!
domingo, 16 de setembro de 2007
Esta letra está muito boa
Do SR. Jorge Palma
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Nós já vivemos cem mil anos
Encosta-te a mim
Talvez eu esteja a exagerar
Encosta-te a mim
Dá cabo dos teus desenganos
Não queiras ver quem eu não sou
Deixa-me chegar
Chegado da guerra
Fiz tudo p`ra sobreviver
Em nome da terra
No fundo p`ra te merecer
Recebe-me bem
Não desencantes os meus passos
Faz de mim o teu herói
Não quero adormecer
Tudo o que eu vi
Estou a partilhar contigo
O que não vivi
A inventar contigo
Sei que não sei
Ás vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem…
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Desatinamos tantas vezes
Vizinha de mim
Deixa ser meu, o teu quintal
Recebe esta pomba
Que não está armadilhada
Foi comprada, foi roubada
Seja como for
Eu venho do nada
Porque a razão porque não quis
Em nome da estrada
Onde só quero ser feliz
Enrosca-te a mim
Vai desarmar a flor queimada
Vai beijar o homem bomba
Quero adormecer
Tudo o que eu vi
Estou a partilhar contigo
O que não vivi
Um dia hei-de inventar contigo
Sei que não sei
Ás vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem…
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Nós já vivemos cem mil anos
Encosta-te a mim
Talvez eu esteja a exagerar
Encosta-te a mim
Dá cabo dos teus desenganos
Não queiras ver quem eu não sou
Deixa-me chegar
Chegado da guerra
Fiz tudo p`ra sobreviver
Em nome da terra
No fundo p`ra te merecer
Recebe-me bem
Não desencantes os meus passos
Faz de mim o teu herói
Não quero adormecer
Tudo o que eu vi
Estou a partilhar contigo
O que não vivi
A inventar contigo
Sei que não sei
Ás vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem…
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim
Desatinamos tantas vezes
Vizinha de mim
Deixa ser meu, o teu quintal
Recebe esta pomba
Que não está armadilhada
Foi comprada, foi roubada
Seja como for
Eu venho do nada
Porque a razão porque não quis
Em nome da estrada
Onde só quero ser feliz
Enrosca-te a mim
Vai desarmar a flor queimada
Vai beijar o homem bomba
Quero adormecer
Tudo o que eu vi
Estou a partilhar contigo
O que não vivi
Um dia hei-de inventar contigo
Sei que não sei
Ás vezes entender o teu olhar
Mas quero-te bem…
Encosta-te a mim
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Isto sim, orgulho Nacional
Que EMOÇÃO LOBOS!
Um exemplo do que é sentir o nosso HINO! Um exemplo para todos os portugueses e desportistas!
BRAVO!!!
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
terça-feira, 31 de julho de 2007
sábado, 28 de julho de 2007
Língua complicada?

Existe uma velha mania de que a Língua Portuguesa é complicada e como português sabemos do que falamos. Em luta contra esta ideia preconcebida, e em defesa da própria Língua, o amigo Mário enviou-nos mensagem deveras interessante e que passamos a transcrever.Vamos ler, em Português, e se preferível em voz alta:Três bruxas olham para três relógios Swatch. Qual bruxa olha para qual relógio Swatch?Agora em inglês:Three witches watch three Swatch watches. Which witch watch which Swatch watch? Então? Como se safaram da confusão de wichs e wachs? Para os especialistas a coisa ainda se complica um pouco mais... Em Português:Três bruxas suecas e transexuais olham para os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transexual olha para qual botão de qual relógio Swatch suíço?Agora em inglês:Three swedish switched witches watch three swiss Swatch watch switches. Which swedish switched witch watch which swiss Swatch watch witch?Então? Não será já tempo de deixarmos de cobiçar o alheio e amarmos o que temos? E quão bela é a Língua Portuguesa...
Esta foi tirada de um blog amigo, gostaram?
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Isto é uma grande verdade
Houve tempos em que comprar um carro era para muitos um sonho irrealista. Agora o rendimento subiu e o preço desceu. Mas também explodiram as despesas adicionais impostas ao automobilista: cintos de segurança, coletes reflectores, seguros obrigatórios, cadeirinhas para crianças, inspecções periódicas, gasolina sem chumbo, etc, etc...:: Para as fábricas de embalagens alimentares, exaustores de fumo, livros escolares, caixilharias de vidros duplos, revestimentos climatizados e tantos outros, a imposição legal dos seus produtos é um grande negócio. Garagens de inspecção, companhias de seguros, médicos de trabalho, estudos de impacto ambiental, licenciamentos camarários e ministeriais, enchem os bolsos à sombra dos regulamentos, atrasando e penalizando a vida aos cidadãos que dizem defender...
domingo, 22 de julho de 2007
Férias 1ª parte já foi
segunda-feira, 16 de julho de 2007
Mais um ano
domingo, 8 de julho de 2007
Sábado bem passado
terça-feira, 3 de julho de 2007
Equipamento do BENFICA 2007/2008

Vai haver quem goste...vai haver quem não goste!
Vai haver alguns que nos vão gozar pelo rosa....mas antes rosa, que as outras 2 cores que nós sabemos!!!
Eu gosto...do modelo da camisola e da cor da alternativa!!!
E quer queiramos, quer não, cada vez mais nos temos que render ao marketing, ás vendas, pois se até o milionário Manchester United, tem como alternativo, um equipamento azul....
Ou muito me engano, ou vai ser um sucesso de vendas!!!
Vai haver alguns que nos vão gozar pelo rosa....mas antes rosa, que as outras 2 cores que nós sabemos!!!
Eu gosto...do modelo da camisola e da cor da alternativa!!!
E quer queiramos, quer não, cada vez mais nos temos que render ao marketing, ás vendas, pois se até o milionário Manchester United, tem como alternativo, um equipamento azul....
Ou muito me engano, ou vai ser um sucesso de vendas!!!
domingo, 1 de julho de 2007
sábado, 30 de junho de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
domingo, 17 de junho de 2007
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Fim do banco
A idade vai comendo a vida.
Vai ratando o futuro, e nós (eles) a verem.
Acorda-se com um dia a menos, e adormece-se com um dia a mais.
O calendário vai-nos mudando o corpo.
Vai-nos empurrando as costas, para a queda ser pequena.
Os velhos sabem de cor o chão.
Como quem sabe que está quase a chegar lá.
Desde que perdi a minha avó, que ganhei o respeito por quem mora no terceiro andar da idade.
Perde-se para ganhar
.E assim foi.
Emociona-me.
Que vida inteira pode ser sentada sozinha, num banco de jardim?
Com a idade, nunca escolhem o meio, sempre o fim do banco.
Em crianças, ter-se-iam sentado na outra ponta?
E deixam-se estar.
Respiram como podem.
Os olhos já não procuram nada.
Já viram tudo.
Vão guardando o passado em rugas, para libertar a cabeça.
Em que pensam?
Na morte?
Os velhos não vivem.
Deixam-se viver.
Os filhos já tem a vida deles, não os querem.
Tem de ir viajar e fazer compras para o jantar."O pai tem estado bem? Então vá, um beijinho."Picaram o ponto, e para eles está feito.
Os novos choram com o corpo todo, gritam e fazem caras de quem sofre.
Os velhos choram só com os olhos, que o resto não se vê.
E assim o fazem, no fim do telefonema.
Ninguém os quer com as doenças cheias de idade.
As mãos da idade cheiram a tudo, com as veias cansadas de mostrar o sangue a toda a gente.
As pernas vão perdendo caminho.
Os braços deixam de abraçar.
O coração começa a falhar, já bateu demais mesmo para quem amou pouco.
Vai-se esquecendo de bater.
E uma noite, sem avisar, desaprende.
Desliga os olhos e atira o corpo para o fim.
Ocupam agora o banco todo.Do principio ao fim, todo ele é corpo.E os filhos, cansados de telefonar, resmungam.
Morreram oitenta e dois anos, e nem mais um dia.A cidade não pára, o mundo não interrompe, nada.
Os filhos enterram vinte anos, e guardam os outros sessenta e dois.
Os últimos vinte davam trabalho e de pouco valiam.Não tem vagar para os guardar.
Mas de hoje em diante, esses vinte vão acordá-los todos os dias.
Até se deitarem sozinhos no banco que os vai deitar.
Está muito bom, retirei do blog do Bruno Nogueira , só espero que não fique chateado.
Vai ratando o futuro, e nós (eles) a verem.
Acorda-se com um dia a menos, e adormece-se com um dia a mais.
O calendário vai-nos mudando o corpo.
Vai-nos empurrando as costas, para a queda ser pequena.
Os velhos sabem de cor o chão.
Como quem sabe que está quase a chegar lá.
Desde que perdi a minha avó, que ganhei o respeito por quem mora no terceiro andar da idade.
Perde-se para ganhar
.E assim foi.
Emociona-me.
Que vida inteira pode ser sentada sozinha, num banco de jardim?
Com a idade, nunca escolhem o meio, sempre o fim do banco.
Em crianças, ter-se-iam sentado na outra ponta?
E deixam-se estar.
Respiram como podem.
Os olhos já não procuram nada.
Já viram tudo.
Vão guardando o passado em rugas, para libertar a cabeça.
Em que pensam?
Na morte?
Os velhos não vivem.
Deixam-se viver.
Os filhos já tem a vida deles, não os querem.
Tem de ir viajar e fazer compras para o jantar."O pai tem estado bem? Então vá, um beijinho."Picaram o ponto, e para eles está feito.
Os novos choram com o corpo todo, gritam e fazem caras de quem sofre.
Os velhos choram só com os olhos, que o resto não se vê.
E assim o fazem, no fim do telefonema.
Ninguém os quer com as doenças cheias de idade.
As mãos da idade cheiram a tudo, com as veias cansadas de mostrar o sangue a toda a gente.
As pernas vão perdendo caminho.
Os braços deixam de abraçar.
O coração começa a falhar, já bateu demais mesmo para quem amou pouco.
Vai-se esquecendo de bater.
E uma noite, sem avisar, desaprende.
Desliga os olhos e atira o corpo para o fim.
Ocupam agora o banco todo.Do principio ao fim, todo ele é corpo.E os filhos, cansados de telefonar, resmungam.
Morreram oitenta e dois anos, e nem mais um dia.A cidade não pára, o mundo não interrompe, nada.
Os filhos enterram vinte anos, e guardam os outros sessenta e dois.
Os últimos vinte davam trabalho e de pouco valiam.Não tem vagar para os guardar.
Mas de hoje em diante, esses vinte vão acordá-los todos os dias.
Até se deitarem sozinhos no banco que os vai deitar.
Está muito bom, retirei do blog do Bruno Nogueira , só espero que não fique chateado.
Algumas palavras
Mas o que é isto, esqueceram-se "lá em cima" que já estamos, praticamente ,no verão?
Só chuva….
Já chega.
Não tenho tido muito tempo para actualizar este espaço.É que são dois pequenitos a precisar de muita atenção, e eles merecem.
É tão bom à noite, depois de um dia de trabalho em que nos apetece sentar e descansar um bocadinho, ouvir os pequenitos,um a dizer:- Pai vem jogar um bocadinho comigo PES, o outro :-Anda jogar à bola.O que apetece é dizer agora não , mas aquelas vozinhas, não dá para dizer não...
Só chuva….
Já chega.
Não tenho tido muito tempo para actualizar este espaço.É que são dois pequenitos a precisar de muita atenção, e eles merecem.
É tão bom à noite, depois de um dia de trabalho em que nos apetece sentar e descansar um bocadinho, ouvir os pequenitos,um a dizer:- Pai vem jogar um bocadinho comigo PES, o outro :-Anda jogar à bola.O que apetece é dizer agora não , mas aquelas vozinhas, não dá para dizer não...
sábado, 2 de junho de 2007
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